. Apenas pare
por um segundo
e sorria .




Sonhos Infláveis.





Estrela da Manhã: […] Eu estou guardando demais, e suportando de menos, eu torço para...

rebeca-pereira:

[…] Eu estou guardando demais, e suportando de menos, eu torço para ser forte, mas não sei se vou conseguir ser forte sempre, tenho medo de ser fraca e .. eu não sei. Eu tenho medo do que pode acontecer no futuro, eu mudei, mudei e mudei de novo, no futuro irei mudar novamente e não sei o que vou…


Link postado em 27/04/2012 às 8:29pm | 2 notes | (reblogue this!)

Tá faltando abraço que aqueça o frio de dentro.

— Mariana Andrade (via louca-por-ti)

(Source: ultrarromantismo, via louca-por-ti)


Quote postado em 27/04/2012 às 8:24pm | 8,362 notes | (reblogue this!)


Photo postado em 27/04/2012 às 8:08pm | 19,583 notes | (reblogue this!)
bibiiii:

Aproveita enquanto a oferta ainda ta de pé. Porque eu não posso te esperar pra sempre.

bibiiii:

Aproveita enquanto a oferta ainda ta de pé. Porque eu não posso te esperar pra sempre.


Photo postado em 27/04/2012 às 7:59pm | 1 note | (reblogue this!)


Photo postado em 4/04/2012 às 4:08pm | 9,777 notes | (reblogue this!)

(Toc Toc)
— Quem é?
— Saudade… pode entrar?
— Não sei porque pedes, já és de casa, amiga.


Quote postado em 4/04/2012 às 4:02pm | 12,960 notes | (reblogue this!)

Aprendi que degraus são extremamente necessários para alcançar o topo de uma escada, que tropeços nos levam para frente, mesmo que doa, e que corações partidos continuam batendo. Foi duro, mas aprendi que por mais que a noite tenha castigado teus olhos, que te tanto jorrar aquela água salgada misturada em sentimentos parecem não mais enxergar, um sol sempre aparecerá ao amanhecer. Aprendi que estrelas podem ser encobertas por nuvens de chuva, mas que as mesmas são temporárias, e que tudo o que tem brilho, volta a brilhar. Aprendi que machucados não são curados com beijinhos, que por mais que doa, existe um caminho inteiro pela frente. Então, meu caro, levanta a cabeça e vai! Como quem não tem nada a perder, segue em frente, porque o caminho é longo e a vida não dá colo a ninguém. E quando precisares de uma mão amiga, estenda a tua ao próximo mais necessitado, quando lembrares de uma dor e desejar chorar, lembre-se de todos aqueles que já derramaram lágrimas em teu colo, e o quão verdadeiros eram os motivos dos tais. Quando sentires o coração apertar, ponha a mão no peito e segue, teu coração agüenta, ele sempre agüentou. Aprendi que por mais que doa, cada erro nos trás uma lição, aprendi que nessa vida, nada é definitivo, se não, o amor.


Quote postado em 4/04/2012 às 4:00pm | 4,032 notes | (reblogue this!)


Vídeo postado em 4/04/2012 às 3:57pm | 37,392 notes | (reblogue this!)

Um Criador de Solidão e seu Adeus.
O disco repetia a música incansáveis vezes e em cada repetição criava um diálogo diferente entre nós, imaginando quando chegarias e tornarias pensamento em realidade. Disseste que o verias aparecer em meu portão na terça. Vesti meu vestido favorito e aguardei, aguardei e aguardei. Não vi sequer tentativa de telefonema, telegrama, ou sinal de fumaça. Naquele portão nada tinha além de angústia e uma saudade imensa temendo ser sentida apenas do lado de cá, no esquerdo de meu peito. Naquela noite, li nosso conto. Conseguindo, assim, descansar em paz por oito pequeninas horas. No dia seguinte, recebi seu recado. Na quinta, sem dúvida alguma, retornarias. Tuas palavras no papel, secas, sem um pingo de emoção, foram esquecidas por uma desculpa qualquer que fiz questão de inventar por ti. Ansiosa estava. Desta vez voltaria, pensava alegre. E, como na terça, vesti novamente meu vestido favorito e esperei, esperei, esperei. E mais uma vez, não chegaste nada de ti, nem aviso, nem corpo, nem uma mensagem dizendo não-pude-voltar-mas-te-sinto. Te sentia longe, mais do que a distância era capaz de levar. Estavas num planeta diferente, numa galáxia distante, com aquilo que até então chamara de meu-coração-tão-teu. Naquela noite, ouvi canção que lembrava teu cheiro, mas desta vez, o sono decidiu não me fazer companhia. A noite se transformara em dia e só notei quando já era tarde. Pensei em ti vezes sem conta, sonhei mesmo sem sono - sonhei acordada para encontrarmo-nos -, mas até em sonho ficaste distante. Não voltarias, pensei de súbito enquanto tomava café, deixando a xícara tombar e deixar o líquido fazer desenhos escuros na mesa. Não voltarias, pensei novamente enquanto o Sol se punha e pensava em teu rosto meio apagado de minha memória. Ao anoitecer, ousei pensar que nada eras além de sonho bom que partiu e virou pesadelo. Mas não era sonho, era real. Havias partido, levando consigo pedaço de mim. E eu, tão desacostumada a ser só depois que entraste pelo meu portão e me chamaste de “minha”, compreendi que precisaria reviver o pesadelo e voltar a ser só. Revivi nosso conjunto dias e dias, reli nosso conto até decorar cada palavra, ouvi nossa música e imaginei-te vendo chegar e me abraçar tantas vezes que já havia versão predileta - até desculpas inventei por sua ausência e desapego. Mas aqui, deitada nessa rede, escutando nossa música repetidamente, enxerguei o pesadelo. Apenas o “só” me faz companhia, apenas o “só” permaneceria, apenas o “só” me restava. E tão só me senti, que contos ou músicas tornaram-se incapazes de mudar aquilo que você virou em mim: uma promessa quebrada. Um silêncio eterno. Uma lembrança vazia. Um criador de solidão.Gabriela Santarosa 

Um Criador de Solidão e seu Adeus.

O disco repetia a música incansáveis vezes e em cada repetição criava um diálogo diferente entre nós, imaginando quando chegarias e tornarias pensamento em realidade. Disseste que o verias aparecer em meu portão na terça. Vesti meu vestido favorito e aguardei, aguardei e aguardei. Não vi sequer tentativa de telefonema, telegrama, ou sinal de fumaça. Naquele portão nada tinha além de angústia e uma saudade imensa temendo ser sentida apenas do lado de cá, no esquerdo de meu peito. Naquela noite, li nosso conto. Conseguindo, assim, descansar em paz por oito pequeninas horas. No dia seguinte, recebi seu recado. Na quinta, sem dúvida alguma, retornarias. Tuas palavras no papel, secas, sem um pingo de emoção, foram esquecidas por uma desculpa qualquer que fiz questão de inventar por ti. Ansiosa estava. Desta vez voltaria, pensava alegre. E, como na terça, vesti novamente meu vestido favorito e esperei, esperei, esperei. E mais uma vez, não chegaste nada de ti, nem aviso, nem corpo, nem uma mensagem dizendo não-pude-voltar-mas-te-sinto. Te sentia longe, mais do que a distância era capaz de levar. Estavas num planeta diferente, numa galáxia distante, com aquilo que até então chamara de meu-coração-tão-teu. Naquela noite, ouvi canção que lembrava teu cheiro, mas desta vez, o sono decidiu não me fazer companhia. A noite se transformara em dia e só notei quando já era tarde. Pensei em ti vezes sem conta, sonhei mesmo sem sono - sonhei acordada para encontrarmo-nos -, mas até em sonho ficaste distante. Não voltarias, pensei de súbito enquanto tomava café, deixando a xícara tombar e deixar o líquido fazer desenhos escuros na mesa. Não voltarias, pensei novamente enquanto o Sol se punha e pensava em teu rosto meio apagado de minha memória. Ao anoitecer, ousei pensar que nada eras além de sonho bom que partiu e virou pesadelo. Mas não era sonho, era real. Havias partido, levando consigo pedaço de mim. E eu, tão desacostumada a ser só depois que entraste pelo meu portão e me chamaste de “minha”, compreendi que precisaria reviver o pesadelo e voltar a ser só. Revivi nosso conjunto dias e dias, reli nosso conto até decorar cada palavra, ouvi nossa música e imaginei-te vendo chegar e me abraçar tantas vezes que já havia versão predileta - até desculpas inventei por sua ausência e desapego. Mas aqui, deitada nessa rede, escutando nossa música repetidamente, enxerguei o pesadelo. Apenas o “só” me faz companhia, apenas o “só” permaneceria, apenas o “só” me restava. E tão só me senti, que contos ou músicas tornaram-se incapazes de mudar aquilo que você virou em mim: uma promessa quebrada. Um silêncio eterno. Uma lembrança vazia. Um criador de solidão.
Gabriela Santarosa 

(via boanoitecinderela)


Photo postado em 14/03/2012 às 7:24pm | 320 notes | (reblogue this!)

Vai chegar um certo momento que seguir é a única coisa que resta. Temos uma mania idiota de esperar, e o pior, esperar por aquilo que não vai acontecer. É como querer colocar reticências onde já se tem ponto final, querer continuar a caminhada onde se encontra um abismo, querer nadar contra a correnteza, querer o impossível. Essa coisa de esperar está me deixando exausta, acabada e destruída. Então vou parar de esperar e seguir! Seguir apavora, mas esperar por nada cansa. - Thiara Macedo (sdpm)

Vai chegar um certo momento que seguir é a única coisa que resta. Temos uma mania idiota de esperar, e o pior, esperar por aquilo que não vai acontecer. É como querer colocar reticências onde já se tem ponto final, querer continuar a caminhada onde se encontra um abismo, querer nadar contra a correnteza, querer o impossível. Essa coisa de esperar está me deixando exausta, acabada e destruída. Então vou parar de esperar e seguir! Seguir apavora, mas esperar por nada cansa. - Thiara Macedo (sdpm)

(via sociedadedospoetasmortos)


Photo postado em 14/03/2012 às 7:08pm | 5,306 notes | (reblogue this!)

Eu sou a bonitinha que lê uns livros e vê uns filmes. Você é essa força absoluta e avassaladora que jamais precisará abrir a boca para impor sua vitória. Você coloca aquele moletom cinza com dizeres do surf e eu experimento um guarda-roupas inteiro pra ficar à sua altura.

Tati Bernardi (via quase-perfeita)

(Source: tatibernardicitou, via canceriangirl)


Quote postado em 14/03/2012 às 7:07pm | 4,966 notes | (reblogue this!)

(Source: noitedia, via nopromisesplease)


Vídeo postado em 14/03/2012 às 7:05pm | 13,381 notes | (reblogue this!)

Eu tava muito bem sem você, entendia todas as canções, meus pensamentos eram vagos, e eu dormia bem a noite, comecei a fazer as coisas que eu gosto, comecei a gostar de mim. Você se aproximou, com seu jeito todo errado, falando as mais lindas palavras, fazendo meu mundo virar de cabeça pra baixo e eu me apaixonei, doce ilusão… Me doei por completo, me apeguei demais, quis demais e por querer demais quebrei a cara. Mas no final das contas como sempre me decepcionei, meu mundo desabou, você me esqueceu e eu aqui ainda me lamentando por uma coisa que não tem mais volta. Mas sabe aquele lance da vida ? ” Cair pra aprender ” pois é, to vivendo assim. A partir de agora quero sorrisos, desapego, abraços e principalmente muita distancia de você. Agora eu quero seguir a minha estrada, em linha reta, sem curvas, sem pausas, sem você. ( Muns ) & ( In-perfeito )                                           

Eu tava muito bem sem você, entendia todas as canções, meus pensamentos eram vagos, e eu dormia bem a noite, comecei a fazer as coisas que eu gosto, comecei a gostar de mim. Você se aproximou, com seu jeito todo errado, falando as mais lindas palavras, fazendo meu mundo virar de cabeça pra baixo e eu me apaixonei, doce ilusãoMe doei por completo, me apeguei demais, quis demais e por querer demais quebrei a cara. Mas no final das contas como sempre me decepcionei, meu mundo desabou, você me esqueceu e eu aqui ainda me lamentando por uma coisa que não tem mais volta. Mas sabe aquele lance da vida ? ” Cair pra aprender ” pois é, to vivendo assim. A partir de agora quero sorrisos, desapego, abraços e principalmente muita distancia de você. Agora eu quero seguir a minha estrada, em linha reta, sem curvas, sem pausas, sem você. ( Muns ) & ( In-perfeito )                                           

(Source: maisumnasociedade, via belovelyandsmiling)


Photo postado em 14/03/2012 às 7:00pm | 1,355 notes | (reblogue this!)

Leu coisas que não queria ler e viu coisas que não deveria ver. Já acostumada com as  lágrimas se surpreendeu consigo mesma por pela primeira vez não ter seus olhos marejados. Mas a angústa? Ah, a angústia era inevitável; sensação que começava com borboletas triturando seu estômago e aos poucos ia consumindo todo o resto. Da mesma forma que fogo consome o álcool, a sensação de impotência a consumia. Era uma dor corrosiva, sabe? De não ter sido boa o bastante, de ter sido pouco, pequena…Porque num sorriso ele a levava ao céu enquanto o melhor que ela podia fazer nem o fazia se sentir mais leve. Ele nunca a amou de verdade, nunca se apaixonou verdadeiramente, pra ele foi como um amor de verão em que os dois passam as férias se apaixonando mas na volta pra casa mal se lembram do nome um do outro, enquanto pra ela? Bom, ela o pertencia desde o primeiro contato. 

Leu coisas que não queria ler e viu coisas que não deveria ver. Já acostumada com as  lágrimas se surpreendeu consigo mesma por pela primeira vez não ter seus olhos marejados. Mas a angústa? Ah, a angústia era inevitável; sensação que começava com borboletas triturando seu estômago e aos poucos ia consumindo todo o resto. Da mesma forma que fogo consome o álcool, a sensação de impotência a consumia. Era uma dor corrosiva, sabe? De não ter sido boa o bastante, de ter sido pouco, pequena…Porque num sorriso ele a levava ao céu enquanto o melhor que ela podia fazer nem o fazia se sentir mais leve. Ele nunca a amou de verdade, nunca se apaixonou verdadeiramente, pra ele foi como um amor de verão em que os dois passam as férias se apaixonando mas na volta pra casa mal se lembram do nome um do outro, enquanto pra ela? Bom, ela o pertencia desde o primeiro contato. 


Photo postado em 12/03/2012 às 6:43pm | 1 note | (reblogue this!)
Tags:  karinab. #

Foi não querendo me apegar, que eu me apeguei.

(Source: ospassosteus, via ospassosteus)

Texto postado em 12/03/2012 às 3:16pm | 1,254 notes | (reblogue this!)

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